O poeta ou o crítico? – O óbvio incomoda o vazio.

Terminando sua apresentação no 3º Ciclo de Críticas, Carlos Felipe Moisés desmonta o pedantismo vazio das frases de efeito de um suposto pensamento contemporâneo, através da simplicidade:

Mesmo se publicado, se o livro não for lido, ele não existe

É resposta óbvia à recriação do texto. Um princípio elementar, mas  esquecido na produção dos autores de crítica, que inventam interpretações infundadas.

Entre o Poeta e o Crítico, o professor deixa uma dica:

A crítica é um exercício, tentativa. Vai ser imparcial,  incompleta e unilateral. O que todo crítico faz é escolher um aspecto. Convém ao crítico ser humilde.”

 

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